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A análise de tráfego com NetFlow pode ser a saída quando a lentidão aparece “do nada” e ninguém consegue responder, com segurança, para onde a banda está indo. Isso significa reduzir o tempo de investigação (MTTR) e proteger o lucro de investimentos mal dimensionados.
Em muitas operações, o problema começa pequeno: uma videoconferência falha, um sistema em nuvem “engasga”, o time reclama e a TI corre para apagar incêndio. Aí vem o efeito dominó: horas gastas em tentativa e erro, decisões no escuro, upgrades por precaução (e não por necessidade) e, no fim, custo maior para manter o mesmo nível de serviço.
A boa notícia é que dá para trocar adivinhação por diagnóstico. Quando você enxerga quem consome, o que consome e quando consome, é possível corrigir desperdícios e proteger o que é crítico.
Análise de tráfego com NetFlow na prática: descobrindo onde o dinheiro escapa
NetFlow é um protocolo/tecnologia de telemetria que coleta metadados dos fluxos IP que passam por roteadores e switches, revelando volume, origem, destino e caminhos usados, sem depender de “achismos”.
Ele funciona como um “extrato detalhado” da sua conta de internet, permitindo auditar cada centavo investido em infraestrutura.
Essa visibilidade muda o cenário de avaliação porque o problema raramente é “falta de internet” em termos absolutos. O mais comum é concorrência de tráfego e ausência de prioridade.
Pense nestes microcenários bem comuns:
O ganho real da análise de tráfego com NetFlow está em trocar reação por método. A empresa deixa de “comprar mais link” antes de confirmar se existe desperdício, má priorização ou comportamento fora do esperado.
Muitas vezes, uma simples reconfiguração de QoS (Qualidade de Serviço) economiza o valor mensal de um upgrade de link que seria contratado sem necessidade.
O Netflow Traffic Analyzer (da SolarWinds) foi feito para transformar dados brutos em leitura acionável e visual, permitindo encontrar endpoints e aplicações que geram tráfego pesado e criam gargalos.
Enquanto o hardware apenas envia os dados, o NTA atua como uma camada de inteligência que organiza o caos em painéis de decisão.
Na prática, ele faz a análise de tráfego com NetFlow e apoia três decisões típicas de redução de custo:
Essa abordagem é vital para o cumprimento de SLAs (Acordos de Nível de Serviço). Quando a TI entende o fluxo, o tempo de resposta a incidentes cai drasticamente, reduzindo o retrabalho e o custo da operação parada.
Um padrão recorrente em redes corporativas é que poucos usuários e poucas aplicações concentram grande parte do consumo. Mas identificá-los sem uma ferramenta adequada para essa finalidade quase sempre falha.
O Netflow Traffic Analyzer (NTA), da SolarWinds ajuda a rastrear tráfego por aplicação e apontar os consumidores vorazes de banda (bandwidth hogs), com alertas configuráveis. Ou seja, a ferramenta avisa quando a utilização atinge limites definidos, permitindo agir de forma proativa antes que o usuário final perceba a queda de performance.
Além disso, facilita a leitura por aplicação, protocolo e grupos de IP, o que ajuda a separar tráfego essencial de tráfego que só está competindo com o negócio.
O resultado da análise de tráfego com NetFlow é um processo mais curto, incluindo:
Aqui entra a parte que costuma dar resultado consistente: criar um ciclo simples e repetível, sem virar um projeto interminável que morre na segunda semana.
Um modelo leve para operar bem com time enxuto é:
O próprio Cisco descreve a análise de tráfego com NetFlow como útil para detectar tráfego indesejado em WAN, validar uso de QoS e apoiar análise de novas aplicações. Assim, colabora para reduzir o custo de operação da rede.
E, quando você precisa falar de “padrões” e “fluxos” com mais interoperabilidade (sem se prender a um fornecedor), existe ainda o conceito de exportação padronizada de fluxo. Como o IPFIX, definido pelo IETF para transmitir informações de fluxo.
O lado prático disso é simples: a mesma disciplina de visibilidade e decisão vale mesmo quando o ambiente mistura equipamentos e locais, desde que você mantenha o foco no impacto.
Ferramenta sem acompanhamento vira painel bonito; ferramenta com método vira decisão melhor, com menos urgência e menos desperdício recorrente. É nessa linha que a AKEN se posiciona: atuar como parceira consultiva, entendendo o cenário, priorizando dores reais e conduzindo ajustes com clareza.
Nossa proposta não é apenas entregar um software, mas garantir que ele gere o ROI esperado por meio de uma visibilidade que se traduz em economia de link e eficiência da equipe técnica.
Agende um horário com especialistas para olhar o seu cenário com profundidade e pragmatismo.
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Use análise por fluxos para identificar consumo por aplicação/protocolo e cruzar com horários de pico, separando tráfego crítico do tráfego não essencial.
São os usuários/endpoints que mais geram tráfego; identificar top talkers acelera o diagnóstico e evita decisões no escuro em momentos de lentidão.
Não. O NetFlow trabalha com metadados (origem, destino, volume). Ele não acessa o conteúdo das mensagens ou arquivos (payload), garantindo a conformidade com a LGPD e a privacidade dos dados.
Quando a demanda real e recorrente do negócio excede a capacidade mesmo após correções de desperdício, janela e priorização, comprovado por relatórios históricos de uso.
Primeiro, proteja aplicações críticas com prioridade; depois, reorganize rotinas pesadas e trate uso indevido com política clara e validação por dados.
Backups fora de janela, atualizações simultâneas em filiais, replicações e sincronizações em massa, além de consumo recreativo em horários críticos.
Crie baseline, defina prioridades com o negócio, configure alertas úteis e faça revisões curtas e recorrentes, focando em ações pequenas e mensuráveis.
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